terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Condena-me!


Mas saiba que possuo, algo acima de condenações. 



Que me condenem a forca

Mas que se mantenha a ideia

Que me condenem a morte
Mas que a diferença feita, viva!
Que me condenem
Que me matem
Que me prendam
Mas as minhas ideias
São a prova de bala
São imortais
E ainda que calem minha boca
E parem o meu corpo
Nunca pararam ou calaram
A minha mente!

Nenhum comentário:

Postar um comentário