quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Pra onde vai, quando não está aqui?

Não gosto da minha metade sombria
Mas as vezes ela vem me visitar
Por onde andou?
É o que eu diria
Mas eu pergunto
O que te fez voltar?
As vezes sou eu que chamo esse lado
Pois tem horas que preciso dele aqui
Porém não gosto da minha metade sombria
Poque ela gosta de me assustar
Mas as vezes eu que gosto
Do medo que ela pode causar
Por isso sempre pergunto
Pra onde vai. quando não está aqui?
Também quero poder te seguir
Quero poder ir te visitar
Por onde andou
É o que me perguntaria?
Ou iria querer saber
O que me fez voltar?
As vezes não gosto da outra metade
Eu diria, mas prefiro quando ela está
Pois essa metade sombria, pode assustar
Mas ela faz falta alguns dias
E eu me pergunto
Pra onde vai, quando não está?
E quando recebo a sua visita
Eu te pergunto
O que te fez voltar?
Mas as vezes, sou seu que chamo
Pois não sei pra onde vou
Quando não estou aqui
Também não sei como estou
Quando não vem ninguem me visitar
Por isso eu imploro pelo endereço
De ambas as metades
Pois preciso saber
Pra onde vai
Quando não está aqui?
Pois eu ainda não sei
O que pode me fazer voltar
Então, por onde andou?





terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Tic-Tac

A hora passa
O cenário continua vazio e mudo
Nenhum personagem entra em cena
Mas minha insonia continua a esperar
Pelo menos o som do Tic-Tac
Pois a hora passa
Mas ninguém entra em cena
Isso não devia me causar sono?
Porque não há nenhum personagem
Mas a insonia insiste em esperar
Nesse cenário quase vazio e mudo
Apenas cheio com a insonia e eu
E ainda se escuta o som do Tic-Tac
Olho pro palco com o foco de luz
Apontando pro vazio 
E imagino que talvez
Eu esteja olhando pro cenário errado
Quem sabe o palco não é onde estou
E ninguém foi me assistir minha peça
Onde só tem a insonia e eu
Ao som do Tic-Tac
Onde não esperamos por uma peça
E sim por algum personagem
Ou auguem que possa nos assistir
Mas a hora passa
E a insonia insiste em esperar
Me tirando o sono..





 

domingo, 15 de dezembro de 2013

Tua luz!

Quando recebemos muita luz
Podemos acabar ficando cegos
Mas qual cegueira será a tua?
Aquela que ingenuamente não vê
Ou aquela cujo os desejos
Te impedem de enxergar?
Talvez devêssemos ser cegos
Mas não nos tornar cegos 
Talvez devêssemos compartilhar conselhos
E não entrega-los para alguém 
Sem guarda-los também para si mesmo
Talvez a nossa boca fale para alguem
Mas ela também pode estar falando com você
Talvez devêssemos olhar pra tudo
Assim veríamos melhor 
Espero amanhã não esquecer disso tudo
Pois sei que sempre irei precisar.



Escute sempre a sua intuição, faça perguntas com o seu coração, pois por mais que não acredite em nada, alguma coisa ira te responder. Sei que é difícil de entender, mas as vezes a nossa cruz parece pesada e fica difícil carregar sem se apoiar em nada. Então apenas pergunte de coração, escute a sua intuição e a resposta ira aparecer; acredite nela, mas antes interprete-a e tome cuidado para não entender errado. 
Um só caminho, pode ter diversos lados!


Qual é o proposito?

Meu desafio é aquilo que todas as pessoas buscam
Será que você seria tão malvado assim?
Não sei quais são seus propósitos
Por isso é tão difícil de entender.
O que o principio significou?
O que o tempo esperado quis dizer?
Os reencontros e as coincidências inevitáveis
Surgiram porque? Serviram pra que?
Se esse meio tonou todo o belo
Em ruinar terrivelmente assustadoras
Sabia que um reencontro assim iria ocorrer
Conexões tão fortes assim, não são por acaso
Mas porque tudo isso foi tão inevitável
Se não chegamos a lugar nenhum?
Sei que sempre esperamos o melhor
Acho que esse foi meu mau
Mas quando algo retorna do passado
Não deveria ser algo bom?
Porque tanta intensidade
Se é proibido mergulhar de cabeça?
Porque tantos destinos traçados
Se por fim seguem direções opostas?
Sei que tudo tem um proposito
Mas no momento não consigo entender.

Será que realmente encontrei 
Aquilo que todos buscam?
Nunca pensei que iria lastimar 
Por encontrar aquilo que procuro

Sei que tudo tem seu motivo
E um tempo para ser descoberto
Mas o agora também tem um significado
E não quero imaginar que esse é meu desafio
Isso não seria um pouco mal?
Pois se a cruz for minha, não seu se aguento carregar.




sábado, 14 de dezembro de 2013

Oh Om

Oh santidade, me dê uma luz
Pode ser do sol ou da lua
Oh divindade, me conduz
Para leste, oeste, norte u sul
Oh cosmo, me traduz
Para aquela língua
Oh padre, me escute
Preciso confessar
Oh entidade, oriente-me
Preciso de alguém para me guiar
Oh anjos, proteja-me
Guarde meu lado bom
Oh mentor, ensina-me
Estou tão confusa
Oh deusa, me fala
Necessito da sua voz
Oh deus, liberta-me
Me libre desse nó
Oh Deuses, me acompanhem
Pois temo os meus passos
Oh santos, me mostre
O caminho para ser santa
Sei que é difícil
Talvez seja impossível
Mas eu quero tentar.
Oh universo, o que é certo?
Eu me sinto tão errada
Oh ser, deixe a paz entrar
Eu permito que as forçar boas
Me envolvam e me ajudem
Pois quero voltar os mundo
Oh Oh, me perdi de tudo
Oh Oh, venham cá
Vamos gritar Om
Pois eu quero ver a paz
Que perdi em algum lugar.






Prisão envolvente

Prisão envolvente   

Para Eva's


Eu lhe entreguei a algema
Deixei você me prender
E esqueci de que podia abri-la
Esqueci que não existe chave
Esqueci que estava presa
Ou apenas me deixei curtir
Essa prisão envolvente
Maldito comodismo
De quem vive, sabe
Mas não aprende
Você disse sem dizer
Para eu me envolver
mas minha mente gritou não
Então eu fui embora
Mas você já tinha colocado
As algemas em mim
E eu grito que quero sair
Eu corri e agora percebi
Que estava em círculos
E voltei até você
Te pedindo pra me soltar
Mas não existe chave
Eu sei muito bem como abrir
Isso é apenas uma desculpa?
Porém não muda sua culpa
Pois foi você que me colocou
Nessa prisão envolvente 
Disse que seria inesquecível
E agora eu não consigo esquecer
Quando pensei que não lembrava
Notei que fui até você
Só pra te pedir
Para não voltar mais
Sendo que só eu voltei
Eu que fui atrás
Só pra dizer que fugi
Só pra pedir a chave
Mas eu que me tranquei a você
Essa é a unica verdade
Por isso eu girei em círculos
E todas vez que eu vou
É pensando em voltar pra você
Enquanto quero te deixar ir
Porém por mais que eu tente
Não consigo me livrar
Dessa prisão envolvente
Onde me colocou
Não, Isso não é amor
É o errado pecado
De quem da maçã provou
E se encontra envenenado. 





sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Kiss Goodbye

Você mexia em minhas mãos
Enquanto me ensinava a mexer meus pés
Porém nós dois nos distraímos.

Será porque esqueceu seus olhos em mim?
Ou porque me envergonhei demais?
Só sei que esquecemos de soltar as mãos
E Desgovernamos nossos pés.

Hoje não escuto mais seus passos,
Pouco lembro aqueles que me ensinou;
Acho que nos perdemos na condução.

Giramos para lados opostos,
Eu tive que fugir de você, pois
"my heart is a hollow plain
For the devil to dance again"

Eu queria mais um toque
Mas isso desgovernaria tudo, porque
"It's hard to dance with a devil on your back"

Eu sei o que eu quero,
Mas também sei o que não devo;
De que lado eu estou?

Um lado quer acreditar em tudo,
E eu queria tanto acreditar nisso,
Mas ainda sei o que é melhor pra mim,
Então soltei suas mãos.

Aquilo me fazia tão bem, 
Mas sei que no fundo fazia mau,
Então giramos para lados opostos
E eu não te vejo mais.







  Trechos das musicas: "Breath of life" e "Shake it out" de "Florence and the machine".


O reflexo é meu ou o reflexo sou eu?

Veja seu reflexo no céu,
As nuvens choram as mesmas lagrimas;
Olhe a imagem no espelho,
Você está à procura de subsistência,
Enquanto ele simplesmente tenta existir.

O que foi, oque é e o que poderia ser
Além de um plagio de pinturas abstratas
Ou telas jamais desenhadas?

Talvez nenhuma comparação me defina,
Quem sabe não sou coisa alguma,
Ou sou apenas a sombra
Da minha própria existência;
Pois não há mais imagens aqui.

Veja seu reflexo no céu
Pois em mim refletem as nuvens
Será que o espelho sou eu?

Só sei que as lagrimas são minhas...





O culpado grita a sentença

"Você se decifrou por inteiro
Quase vejo os versos em seu corpo
Quase vejo nas palavras o seu rosto
Quase sinto na rima o seu gosto
Pois você é como um tenebroso poema
Onde relata o pior vício e suas consequências
Porém também relata a sensação boa que a droga trás 
Relata as algemas que te prendem e não soltam mais
Você cometeu um crime, mas escolheu o culpado
Invadiu um domicilio e roubou tudo, mesmo sem estar armado
E nesse dia, Pôde-se presenciar o golpe perfeito 
Mas a culpa ainda está estampada 
Nesse seu olhar criminoso
Seus poemas ainda são a marca
De todos os crimes que cometeu
Pois pode algemar a pessoa errada
Entregar um mandato e condena-la culpada
Mas o invasor ainda será você
E de certa forma ela se tornou sua comparsa
Pois se viciou nas rimas, nas palavras e nos versos
Afinal, foi só o que restou
Poemas que te decifram inteiro
Onde relata o crime perfeito
O golpe viciante
Feito com a droga mais barata
Que tem as consequências mais drásticas
Mas que ninguém consegue resistir
Pois te algema, te prende e te condena
O culpado grita a sentença 
E te faz cúmplice
Pois foi pega em flagrante
Ao se entregar a sensação boa que a droga trás.

sábado, 23 de novembro de 2013

E o dia?

E quando o dia se vai
Eu sei que ele não volta mais
Porem sei que outro dia vem
Mas pode não vir para alguém
Pode não vir pra você
Então, o que fazer?


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Quem poderia acreditar?

Os sons do vento batendo as plantas
O som do ar que eu respiro
Seu cheiro e seu toque
São tão delicados
Mas também podem ser
Muito brutos
E quem iria acredita
Que os carinhos um dia
Poderiam machucar?
Quem poderia imaginar
Que essa brisa tão macia
Poderia tudo destruir
E tudo levar?
Quem poderia acreditar
Que esses sons delicados
Poderia fazer sangrar
Os ouvidos de quem
Muito tentou escutar
E agora
Quem poderia acreditar? 

O que será que acontece?

O que acontece no mundo
Quando o passado vira presente
E o presente dura até o futuro?

Pare e vá, ainda há tempo!

Para e saia agora de casa
levante-se e faça algo agora
Vá sentir o ar e olhar para o céu
Conte e veja os desenhos nas estrelas
Cante qualquer musica ou solte letras
Só não fique ai parado
Não se limite a essa cama
Nem a essa tela ou a essa mesa
Abandone por segundo essa cadeira
Se olhe no espelho, tire a maquiagem
O que você vê na verdade?
Será que é verdade?
Não se esqueça
O tempo é curto
E a cada dia passa mais rapido
Cada dia ele se encurta mais
Então não perca tempo
Já sabe como é seu rosto
Ou quantas estrelas tem no céu?
Então vá conhecer o sol
Alguma outra musica
Vá tomar banho na chuva
Ou conversar com o mar
Vá amar
Nem que seja uma planta
Uma historia
Sua historia
Vá conhecer novas coisas
Vá se conhecer
E ai você vai entender
Que não pode mais perder tempo
Que deveria ter levantado faz tempo
Então abandone esse banco
Faça algo tão novo
Que até te traga algum espanto
Mas não fique ai somente sonhando
Ou pensando no que poderia fazer
Simplesmente faça
Ainda há tempo
Então não o perca!

Sem olhar para trás!

Cansei de viver a esmo
Nessa triste rotina de tanto faz
Não gosto de programar a vida
Mas não da pra viver sempre ao acaso
E por acaso fazer o clichê de sempre
Apesar dessa minha inconstância
Apesar de viver sempre na mudança
Nada parece realmente mudar
Talvez seja a hora de recomeçar
De realizar a tal reforma intima
De mudar o interno e externo
Pois já me cansei de tudo isso aqui
E se não me agrada mais
É porque tenho que buscar mais
Pois cansei de viver a esmo
Tá na hora de olhar
 Para outra parte do horizonte
Tá na hora de atravessar a ponte
Sem olhar para trás!




domingo, 17 de novembro de 2013

Paginas que voam

Escrevi um livro sobre a liberdade
E tranquei todos os meus sonhos ali
Até que eu percebi que não era verdade
Nada daquilo que eu escrevi
Pois quando eu estava a vontade
E lia tudo que depositei ali
Via minhas paginas na maior viagem
E os pássaros voavam cantarolando
As palavras que eu escrevi
Mas quando eu fechava a capa
Podava as assas dos meus sonhos
Trazia escuridão aos meus anjos
Voltava a ter meus espantos
E a me limitar aquilo que nunca vivi.
Então notei que tranquei meu paraíso
Transformei meus sonhos em palavras
Mas não fui capaz de viver nada
E quando eu finalmente notei isso
Arranquei a capa do livro
E deixei as folhas soltas no ar
Finalmente os pássaros voaram
As palavras se libertaram
E eu me senti pronta
Para me libertar
Junto a elas!





sábado, 9 de novembro de 2013

Mais uma aposta?

Pisei no meu orgulho
Mudei meus conceitos
Até ultrapassaria meu princípios
Pois considerava valioso
Aquele algo que descobri
Que não era
Mas ainda existe um pouco
Daquele valor que eu depositei
E tanto acreditei que existia
Apostaria mais alguns dólares
Como se deseja-se mais uma chance
Mas não tenho no que apostar
O que comprova 
Que tudo não valeu um real
Muito menos dólares
Pois hoje tudo virou o numero zero
Não tem nenhum valor
E nem existe mais 
Não sei porque ainda penso
Que arriscaria mais uma aposta
Sendo que fui bloqueada do jogo
Excluída de momento atual
Como se todo o passado
Não valesse nada
Mas pra mim valeu muito
Pena que não teve o devido valor
Portanto voltamos a estaca zero
E não há mais jogo
Pois eu fui bloqueada
Mas ainda arriscaria
A fazer mais uma tola aposta
Nesse jogo onde não tive nenhum valor.

 



Não tente entender, esqueça!

Sou como o vento
Não sei viver parado
Nem em um lugar só
Sou do tipo errada
Não sei como agir
Em relação ao certo
E parecia perfeito demais
Não conseguiria ficar em paz
Acho que pertenço ao caos
Ou talvez só saiba viver livre
Portanto não tente me entender
Procure me esquecer
Tem coisas na vida
Que não devem ser lembradas
E tem casos na vida
Que devemos parar de insistir
Sei que é complicado
Mas sempre deixei claro
Que eu não era algo facil
Mas ainda assim tentou arriscar
E eu também me arrisquei
Porém não me adaptei
Pois sou como o vento
Sou do tipo errada
Pertenço ao caos
E as complicações
Então tente me esquecer
Pois não posso arriscar ferir você
Sim, talvez fosse perfeito
Mas esse não é o meu jeito
Estava tudo muito certo
E eu sou errada demais.






quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Sinto mais falta do que falta, do que sua falta

Você ainda faz falta
Assim como o som do mar
Assim como aquele olhar
Assim como uma conversa
Porém prefiro sentir sua falta
Do que te ter presente
E ver que ainda falta
Aquele pedacinho de gente
Que a muito tempo
Se perdeu, você perdeu
E eu inevitavelmente
Ainda sinto sua falta
Mas sinto mais pelo que falta
Pois o mar não tem mais aquele som
Seu olhar não tem mais aquele brilho
Nossas conversas não existem mais
Agora você é só ausência
Pois sua presença não está mais aqui
E a muito tempo ela não estava completa
Pois ainda falta aquilo que estava em falta
Pois ainda falta aquilo que sentia falta
E ainda assim eu sinto sua falta.


Algo importante

Tantas coisas que eu já fui
E agora eu não sou mais
Se eu for parar pra lembrar
De cada coisa que vivi
Ou de cada pessoa que conheci
De tudo que já vi ou senti
Acho que passaria mais tempo
Tentando recordar cada momento
Do que demorei para vive-los.
Muita coisa já mudou
E muitas coisas ainda são as mesmas
Outras ainda se mantem aqui
Porém de forma diferente
Não sei o que pode acontecer
Mas acho que hoje foi um bom dia
Assim como ontem também foi
E vários outros dias também foram
Apesar de cada pesar e cada tristeza
Acho que em cada dia vivido
Teve algo de bom
Mesmo se o lado ruim superar
Ou se eu ver somente ele
Mesmo se eu não mais lembrar
Do que eu já vivi de bom
E até mesmo de ruim
Eu sei que em cada dia
Teve algo de bom
Assim como em cada dia
Também tem coisas ruins
Mas o importante
Foi que eu as vivi
E hoje em dia muito mudou
Mas o ciclo ainda é o mesmo
Por isso eu amadureço
E as vezes volto a infância
Mas esse é o bom da vida
Ela é uma constante mudança
Que vem sem você perceber
E vai sem você saber
Mas o importante
É viver!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

É o que ela quer

Minha outra alma formiga
Minha outra alma se debate
Querendo sair
Querendo mudança
Mas esse é o meu pior lado
Mas é o que me relaxa de fato.

domingo, 13 de outubro de 2013

Fronta rasgada de paz!

Rasgo meus olhos
Afronto você
E ao mesmo tempo
Eu me desculpo
Desculpe essa mistura
Sei que sou muitas coisas
Mas por fim sou uma só
Sou essa pele que mordo
Mas que nada sente
Sou esse vazio
Cheio de cargas e dores
Sou meus maus amores
Sou a discórdia familiar
E sou a paz de todas elas
Sou alguém para se amar
E alguém para se odiar
Só não sou a terra
Tão pouco o mar
Também não sei quem sou
Mas me encontro sem ar
Enquanto rasgo meus olhos
Arrependida do que digo
Pois digo sem querer dizer
Perdão pela fronta
Mas tente entender
Não foi eu
Foi apenas parte de mim
Sei que é complicado
Mas quem foi que me fez
Tão difícil assim?

Luz escura

Está escuro
Eu não enxergo os meus olhos
Onde estão os seus?
Escuto o silencio
Mas cade a sua voz?
Esse monte de voz que grita
Nada me diz
Acho que o silencio
Já me disse muito mais
Falo a lingua dos mudos
Mas não escuto
Nem vejo seus olhos
Será que eles conseguem me ver?
Está escuro
Sei onde é a luz
Mas tenho medo de acender!

Porcelana barata

Tão frágil quanto uma porcelana
Qualquer toque é um risco
Por isso já me quebrei
Tão sensível e tão cara
Sua fragilidade parece barata
Assim como os retalhos
Que usei para consertar
Aquilo que mais um vez se quebrou
Mas ela não sangra e nem chora
Suas lagrimas são invisíveis
Suas dores não podem ser vistas
Tão frágil é essa bonequinha
Que mais uma vez se quebrou
Mas mesmo a colando
Sua ferida ainda não se cicatrizou
Apenas ganhou números a mais!


segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Felicidade é apenas não estar triste?

Os fatos se tornam fardos
Meu eu despreocupado
É só uma farsa
Controlo a minha tristeza
E não a sinto mais
Porém também não sinto alegria
Me apego a breves momentos
De espontâneos sorrisos
Mas mal sei o que é isso
As vezes eu me pergunto 
Será que sou feliz?
Felicidade é apenas não estar triste?
Acho que eu preciso de mais
Estou mantendo o controle
Porém os fatos pesam 
Os fardos me preocupam
E a farsa pouco me agrada
Eu quero a felicidade real
quero alcançar o topo da piramide
Antes que algo pior me alcance!  

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

NOVO PRESENTE!

Meu corpo se sente fraco
Minhas emoções estão afetadas
Minha razão foi abalada
Mas ainda não perdeu sua força
Sei que é inevitável se sentir mal
Mas cansei de me abater com isso
Agora finalmente eu luto!
Por mais que veja grande
Hoje eu sei que o problema
Na verdade é minusculo 
Então não vou me deixar
Vencer por isso tudo.
Eu decidi mudar
E apesar de ser indecisa
Também sou muito determinada
"E já me cansei de tempo ruim
Agora eu quero é viver!!!"

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Reunindo conselhos soltos

Uma vez me perguntaram:
Já tentou apenas viver a vida, sem questionar, apenas viver?
E eu perguntei:
Será que isso é possível? 
Bom, eu ainda não sei a resposta
A quem diga que um sábio não se deixa abater
Mas também tem gente que diz
Que um covarde sempre esconde ela
Então o que seria o certo?
Hoje eu li um comentário aqui no blog
Que dizia: " Se nos sentimos pensando demais,
É um sinal de que provavelmente
Temos agido de menos" GK
Talvez esse seja meu erro
Pensar tanto e pouco agir
Pois a diferença entre um sábio e um covarde
É que um sábio não se deixa abater
Mas nunca deixa de lutar
Um covarde foge, finge
Talvez eu deva me preocupar menos
Curtir, agir, viver mais
Criar motivos para sorrir
Mas não sorrisos falsos
E sim sorrisos despreocupados
Talvez eu deva tentar apenas viver
Mas como um bom sábio
Nunca devo esquecer de me questionar
Pois pensar também é importante
Só não pode deixar que esses pensamentos
Te impeçam de seguir adiante.. 
Como disse acima
Ainda não sei a resposta
Mas porque não experimentar
As probabilidades?

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Convivendo com o você que agora se chama eu!

Não tenho mais aquele você para conversar
Portanto criei o você que se chama eu
E bato bons papos com o eu
Mas não mais com você
Que sabia ter uma visão
Que o eu não tem
Sabia me mostrar a razão
Assim como ninguém
Mas agora eu não o você
O você agora é o eu
Mas o eu não sabe me ajudar
Então ficamos juntos a nos perguntar
Porque o eu não é você?
Mas não vamos nos desesperar
Tenho que aprender a viver com o eu
Pois o você nem sabe vai me ajudar
E a sua ajuda no momento
Se encontra a me machucar
Então eu agradeço a você
Mas agora tenho que aprender
A conviver com o meu EU.

Lembra? Porque não faz ou faz?

Lembra daquela historia cheia de sorrisos?
Sei que ainda sou aquela garota
Mas me tranco nesse abismo
Ainda dou aquelas risadas
Ainda choro dando gargalhadas
Ainda sou feliz
Mas porque quase nunca me sinto assim?
Sei que minha vida anda boa
Nunca foi a das mais tristes
Mas eu sempre me tranco nesse abismo
Seria o caso de tomar ante depressivos?
Seria o caso de recorrer a familia ou amigos?
O que será que faz mais mal?
Tantos remédios que curam
Mas porque fazem tão mal?
Tantos sorrisos falsos e obscuros
Isso eu sei porque faz mal
Só não sei porque ainda se faz!

Sonho in-consciente

Estou inconsciente
Alguém me tira daqui?
Estou sofrendo a paralisia do transe
mas eu quero me mexer
Minha consciência mostrou que estou inconsciente
E eu caio em desespero
O que é aquilo?
Quadros ou livros antigos?
Eu sei que são lindos
Mas alguém me tira daqui?
Eu não consigo mais me mexer
Entrei na paralisia do transe
Mas fugi na minha mente
Para um lugar pior
Antes eu caia
Agora escuto as vozes do desespero
São muitas vozes
E elas gritam
Será que isso é medo?
Só sei que quero sair daqui
Eu estou em desespero
tirem essas vozes daqui
Agora sou eu que estou com medo
Pois me consciente mostrou que estou inconsciente
E o transe me paralisou
Eu cai e agora elas gritam
Eu não quero mais ouvir
Não quero mais cair
Sim, os livros e quadros não me agrada
Mas não a ponto de viver nesse desespero
Eu estou com medo
Alguém pode me ajudar?

Inicio e fim

Insisto em correr para as magoas
Enquanto é delas que eu fujo
Já me enfiei no meio do nada
Mas ainda escuto o barulho
Daquelas mil coisas que deixei para trás
Não sei mais se pertenço a esse mundo
Não sei como agir, não sei existir
Então me tornei ausente na minha presença
E vivo descontente na busca de ser contente
Porém não sei mais o se se passa
Nem o que se sente, minha razão virou o vaco
Minhas emoções virara um jogo de baralho
E minhas apostas já viraram blefes
Blefes que nem eu acredito mais
Então perco mais uma fez
Aposto mais uma rodada
Me atolo em dividas não pagas
E sei que mais uma vez vou perder
O que seria isso?
Minhas fugas farta de erros
E os meus conceitos?
Já perdi nas minhas apostas
A unica coisa que me restou
Foi o blefe, que nem acredito mais
Mas ainda assim eu blefo
Minha alegria e minha paz
Um blefe que nem acredito mais
Então me deixa em paz
Me deixa perder novamente essa aposta
E só mais um jogo
Que eu entro de tola
para mais uma vez perder!


quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Fui pra ficar


Eu fui porque queria ficar
Desapareci para tentar me achar
Pois me perdi em você
E em tantas outras coisas
Quero entender o mundo
A mim e as pessoas
Mas tudo parece tão grande
Não sei se serei capaz
Quero saber tanta coisa
As vezes acredito que quero de mais
E na confusão que criei em minha pessoa
Me afastei para tentar descobrir alguma coisa
Me afastei em busca da minha paz
Quem sabe eu ainda volte
Ou não volte mais
Mas se fui, é porque queria ficar
Desapareci para tentar me achar
E quero reconhecer tudo que amo
Então não é necessário espanto
Pois eu fui apenas te buscar
Me buscar, te amar, me amar
E quem sabe eu entenda
Para voltar com tudo no lugar
Porém nunca esqueça
Eu fui por amar
Eu fui para buscar
E pretendo voltar
Apenas quando encontrar
Pelo menos alguma paz!


"Eu inventei o inalcançável você"

"Eu inventei o inalcançável você"
Talvez para argumentar a minha fuga
ou quem sabe tenha sido para me sentir melhor
Apesar da consequência ser minha piora
Pelo menos sofrerei por outros motivos
Só não saberia dizer qual é o mais tolo
Porém sei quem é a mais tola
Pois mesmo no meio desses humanos grotescos
A pessoa mais tola sou eu
Mas qual é o motivo mais bobo que inventei?
Isso eu ainda não sei
Só não acredito que mais uma vez
Eu inventei mais um amor inalcançável
O que eu quero de fato?
Não aguento mais me torturar
Acho que a culpa da minha loucura
São essas venenosas tentativas de fugas
Que eu teimo não abandonar.

domingo, 8 de setembro de 2013

Leste, oeste, norte ou sul?

Vento que sopra
Porque voltaste pra cá?
Já nem lembrava
Que o passado
Também podia soprar
Também podia voltar 
Mas de onde vem?
Leste, oeste, norte ou sul?
Pra ondes vai?
Quantos são os ventos
Que estão a soprar
Que estão a voltar?
Parece que vieram
Para me atormentar
Triste vento
Que sopra de volta
E me faz lembrar.

sábado, 7 de setembro de 2013

Pecado da memoria



Desejo não te desejar mais
Me livre do pecado da memoria
Me segure fortemente 
Mas não mais naqueles braços
Sei que devo me manter aqui
Mas você me tenta a voltar
Sei o que pode acontecer
Quando penso nas consequências
Eu volto a querer correr esse rico
Porém sei que não devo
Então me torturo com isso
me torturo com o desejo
De querer te-lo novamente
Enquanto não quero te desejar mais
Maldito pecado da memoria
Insensata vontade
Não sei o que eu faço
É a razão contra o gesto
Sei que não é certo
Mas não nego a minha vontade
De querer errar...

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Doce tontura

Me sinto fraca
As coisas giram
Pareço me afundar
Em um imenso vazio
Vazio mórmido
Sereno e frio 
As coisas giram
Me sinto tonta
Em meio aos arrepios
Cade o açúcar?
Do doce divino
Ele me acalma
Parece até um vicio
Vicio tão doce
Me tira o medo
Me faz esquecer
Dos meus devaneios
E ai se vai
Todo o arrepio
Toda a tonteira
E se preenche
O vazio
Cade o açúcar?
Doce divino
Me tira da tontura
Mas será que me livra
Desse abismo?


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Fuga

Tenho medo
Mas será de você
Ou inventei tudo isso?
Talvez no fim
Seja eu que manipule
Tudo isso..

A resposta

Em todos os sentidos 
Desde o bom até o mal
Do simples gostar 
Até além do desejo
Porque é que paramos no meio?
Acho que nem se encontra mais lá..
Sei que era para risos
Mas já me fez chorar
Sei que não faz sentido
Mas será que tentou decifrar?
Isso tudo é meu egoismo
Ou eu que nunca soube amar?
Preciso de um tempo para pensar 
Pois até o desejo para ti basta
Porém te quero além de lá 
É, preciso de um tempo para pensar
Preciso me afastar
Quem sabe assim
Você entende
A resposta!


Meias inteiras

Meias palavras parecem tão poucas
Acho que para um bom entendedor
Você nunca entendeu de verdade
Lia meias palavras de forma inteira
Mas será realmente as completou?
Erro de silaba, consoante ou vogal?
Erro inocente, proposital ou bobo?
Nunca fui a pessoa mais clara
Mas pena que não pode olhar
Dentro do meu olho
Pois a incógnita do que digo
Está respondida no meu rosto
Será que consegue entender?
Ou vai fingir que não entende?
E se eu falar inteiras palavras
Vai entender como meia?
Para um bom entendedor
Tente entender a resposta verdadeira


Sorvete de flocos

O sorvete perdeu o gosto
Quando que seus pedaços
Foram assim tão amargos?
O frio o congelou
O calor o derreteu
Mas e esses pedaços?
Não me parecem o suficiente
Será que me entende?
O desejo mantem a gente quente
Mas derrete as outras emoções 
O frio mantem a gente juntinho
Mas congela tudo aquilo
Então como vai ficar?
Só sei que eu desisti
Pois esses meros pedaços
Não são o suficiente
Não pra mim...


Mas se você quiser alguém pra amar ainda, Desculpa, não vai dar, Não vou estar, te indico alguém ♪


Açúcar Ou Adoçante

                                      

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Porque me pergunto?

Bolas de neve me atacam
E quem será que as criou?
Me encontro perdida no espaço
E porque ninguém me encontrou?
me teletransportei para o passado
Me encontrei no futuro
E ainda não descobri o meu presente
E porque que eu me pergunto
Dessa insana forma enlouquente?
O que eu tanto busco?
E porque tanto busco?
Acho que antes da resposta
Tenho que entender o porque
De me perguntar isso tudo..

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Será como ?

Como fragmentos de algodão
Será que essas lagrimas úmidas
Também me derreteriam?
Como o suor de um corpo
Será que também me livraria?
Será que sou mais do que reações humanas?
Será que o que me desfaz 
É aquilo que me alimenta?
Será que me desfaço
Através daquilo que sou feita?
Qual seria meu fim?
Do que me alimento?
Do que sou feita?
Do que me faço?
E do que me desfaço?
Como será que seria
Se  fosse como?
O que aconteceria?

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Diz pra mim, que podemos fazer tudo!

Diz pra mim
Que pra você eu sou normal
Me faz feliz
E aceite o meu real surreal
Diz pra mim
Que tá tudo bem assim
Me faz feliz
Melhorando tudo em mim
Diz pra mim
Que eu melhorei você
Me faz feliz
Deixando a gente se entender
Diz pra mim
Que pra sermos feliz
Tem que ser eu e você!

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Pensar, minha real condenação !


Eu tento?

Eu tento?

Por baixo da minha pele eu caio
Eu sei que não posso cair
Mas eu não consigo fazer o contrario
Eu tento, juro que tento
Tento não pensar
Tento pensar o certo
Tento pensar positivo
Mas por fim eu só penso
Mil de vozes ao mesmo tempo
E elas brigam entre si
Elas me confundem
E eu não quero mais chorar
Não quero mais me sentir mal com isso
Mas eu não consigo
Eu tento, juro que tento
Mas eu não consigo
Será mesmo que tento?
Deve ser tudo culpa minha
Eu não quero pensar mais
Eu não quero mais ouvir essas vozes
Que brigam dentro de mim
Não quero mais me sentir em queda
Não quero mais esses vários eu's
Eu não quero mais chorar
Eu não quero mais sofrer
Eu queria tanto ficar bem
Sempre bem
Mas o equilíbrio não me pertence
Mas eu tento
Eu juro que eu tento
Mas eu não consigo

Paradoxo enlouquecedor

Eu não sou louca, eu não quero ser louca, eu não gostaria de ser louca, mas será que sou eu que alimento a minha loucura? Ou isso seria loucura?

Não importa quantas vezes eu me pergunte, eu não sei mais!

Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?
Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? 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Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?Quem sou eu? Quem sou seu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem seu eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu? Quem sou eu?

domingo, 21 de julho de 2013

O hoje que algum dia será dias depois

Já vivi o ontem
Agora vivo o hoje
Que antes era amanhã
E amanhã viverei o hoje
E o hoje será ontem
E o ontem será anteontem
E brevemente será dias atrás
Então posso dizer
Que todo dia já foi hoje
E o que não foi
Ainda será
E todo hoje 
Ainda há de ser ontem
Até ser dias atrás
Pois o hoje
Que algum dia 
Será dias depois
Sempre será o hoje
Como tudo há de ser
Esses tais dias depois!


segunda-feira, 1 de julho de 2013

Escuto, vejo, falo e sinto ou pelo menos finalmente tento

Falar, dizer, fazer, sentir
Tantas coisas vivemos
Sem nem percebermos viver
Mas eu lhe mostro
Todos os dia, todas as noites
Até mesmo as tarde
E sei que podes ver
Ouvir, sentir, reproduzir
Com toques, gestos, falas
Então veja, sinta-me
Escute o que lhe falo
Penso apenas no seu bem
Omita, esqueça o que de mal faço
Mas não perca, aquilo eu eu lhe mostro
Não ignore aquilo que lhe trago.


Não sei quem vos fala o que disse, mas digo o que me falam, pois vejo o clamor de quem diz.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Quem é você?

Quem é você?
O que pensa?
O que procura?
Qual a sua intensão?
Muito me pergunto
E nunca vou saber
Por mais que me responda
Não tem nada que comprove
Que o que pensa, fala e é
Pode ser totalmente o oposto
Daquilo que você me diz
Por isso eu temo
E horas até enlouqueço
Pois não sei quem é quem
E a duvida como sempre
Causa medo!

Hoje penso em mais uma duvida!

O quarto está escuro
Dominado pelo silencio
Só as vezes escuto um barulho
Acho que é o teclado se mexendo
Será esse o ritmo dos meus pensamentos?
"Não sei", essa parece ser minhas fiel resposta
Mas o que posso fazer se ela faz parte de mim?
As vezes penso em arranca-la de mim, pois pouco agrada
Tanto aos outros, quanto as vezes a mim
Mas se tira-la daqui, o que faço com o buraco?
Nem sei se seria capaz de arranca-la, por parece grudado
Então devo me matar? ou como me livrarei?
Devo destruir tudo que pouco agrada ou transformar?
Mesmo se isso for destruir um fragmento meu?
Mesmo se isso for o meu fim?
Acho que devemos tentar mudar
Mas caio em contradição
Pois talvez isso seja
Não ser mais eu.

Quanto tempo né?!

Quanto tempo né?
Sei que sempre esteve aqui
Em alguns momentos fraca, quase ausente
Em outros momentos mais forte, mas
Fazia tempo que não aparecia assim
De forma tão intensa...
Pois é dor, aqui estamos nós
Novamente juntas no desespero
Novamente perdidas em duvidas
Clamando por fugas
Aqui estamos nós
Como uma coisa só
Com o lado mais"feio" do avesso
Como uma ferida que sangra
Sem medo, pois tem medo
Pois é dor, agora você doí em mim
Mais uma vez, como não doía faz tempo
Quase não via mais tamanha intensidade
Nem em meus pensamentos
Muito menos aqui dentro
Mas novamente aqui estamos nós
Quanto tempo né?!

sábado, 15 de junho de 2013

Divino

A magia nos cerca
Uma força nos envolve
Meu eu se torna uma divindade
Pois admite a ausência de verdade
E enxerga que todos muito valem
principalmente se possuírem fé.
Cada corpo, cada alma, cada arvore
Cada coisa nesse mundo, é divina
Possui força e magia
Inclusive você
Podemos ainda não enxergar
Mas você sente
Por mais que esteja adormecido
Você sente e basta acordar
Bastar despertar
Que enxergará
Para assim cumprir
A sua missão sem erro
Mas ainda assim
Cometendo erros
Pois dos erros
Surgiram as transformações
E até eles possuem força e magia
Então faça
Erre e acerte
Mas nunca perca a fé

O que é poesia

A poesia, é um culto
No qual você escreve
O oculto, de ti, dos outros, do todo
A poesia é a cultura do povo
É o esclarecimento nas linhas
É o mistério de suas entrelinhas
É a rima, mesmo sem rima
É o ritmo da vida, do eu
É o ritmo da duvida
É o ritmos da chuva
É a dança do lápis
É a condução da mão
A poesia é como um vento
Pode não ver, mas sente
Pode não tocar, mas se envolve
Pode não conhecer, mas percebe
A poesia é o culto do poeta
Pode ser respostas de mistérios
E o motivo dos mistérios
Poesia é o culto que todos frequentam
mesmo sem saber
Poesia é o oculto
Que todos conseguem ver
Mas poucos conseguem perceber
O oculto que está alí
Mas poesia é cultura
Que faz até o culto sentir
Poesia é o que se escreve
Mas é principalmente
Um fragmento de um ser.




Senhor, pra que tanto amor?!

Senhor, você comete atos apaixonantes
Mas não sou apaixonada por você!
Senhor, foi pro um breve instante
Mas depois do breve, algo aconteceu
Talvez eu tenha me apaixonado por você!
Senhor, sem te conhecer, eu te conhecia
E me apaixonei, pelos seu jeito e atos
Mesmo sem nunca vê-los, apenas o amei
Por motivo nenhum!
Senhor, pra que tanto amor?!


domingo, 26 de maio de 2013

Eis um problemas sem solução

Eu diria que sou feita de palavras
Um amontoado de palavras
O problema...
É que não acredito em palavras

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Expressar cíclico

Textos nas linhas e entre as linhas, desenhos abstratos ou com um toque obscuro e surreal, danças aleatórias, pinturas sem memorias, pois é, existem varias formas de se expressar, normalmente, o meu ciclo é assim... Do mais comum até o mais raro, fora os modos que não foram citados, eu me expresso assim, de diversas formas, até porque, eu sou de diversas formas, mas tenho lá a minha mais comum, mais tenho lá, os meus cliches, mas tenho lá, tenho aqui, tenho o meu eu explodindo e desfragmentado, deixando fragmentos meus entranhados por todos os lados, com os seus cliches, suas incertezas, suas mudanças, suas, por todos os lados a coisas suas, coisas minhas, há por todos os lados fragmentos nossos, que se expressam da forma que da, da forma que está, da forma que é no momento, e como você ou como seu modo de expressar vai ser, você nunca vai sabe, mas as vezes, o mais excitante é o esperar.

.

Felicidade infeliz

domingo, 19 de maio de 2013

Algo grita

Algo grita que sou um erro
Algo me esmaga em segredo
Acho que estou com medo
De não saber quem eu sou
Se sou verdade ou mentira
Se sou dança ou melodia
Se sou letra ou tinta
Se  sou o que era
Ou se sou o que sou
Qual dos meus eus sou eu?
Tão inconstante dirira
Mas inconstancias constantes
Que mudam sua rotina
me fazendo perguntar
Quem eu sou?
O que fui, o que era?
O que estou sendo?
Ou sou o que serei?
Se algo foi verdade
Eu nem sei
Nem sei se acredito na verdade
Nem acredito em ti
muito menos acredito em mim
Apenas me desconheço
E me converto
Em um grito
De não sei

sábado, 18 de maio de 2013

Permita-se


Sinta todos os sentidos
Conduza a vida
E deixe ela te conduzir
Esqueça seus medos
Entregue-se por inteiro
Se permita sentir 
Sentindo com todos os sentidos
Sentindo em todos os sentidos
Na simples condução
De uma dança de sensações
Sensações Tuas
Sensações puras
Sensações... 




Para alguem

Tudo faz sentido para alguém
Cada sorriso
Cada lagrima
Cada cena gravada
Faz sentido para alguém
Todos pequeno gesto 
Todos aqueles mistérios 
Tudo aquilo que não parece ter sentido
Faz sentido para alguém
Todas as lembranças
Cada recordar
Cada momento
Que nunca esqueceu
Ou que retornou a lembrar 
Faz sentido para alguém
Tudo que é vivido
Mesmo que pra ti
Não faça sentido
tudo na vida
Faz sentido para alguem!

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Sombra minha

Cada passo meu, cada momento que existo é como se fosse minha sombra, não me escuto, raramente me vejo, mais raramente ainda me noto, mas estou ali o tempo todo, mesmo quando nem apareço ou quando me esqueço, ainda estou ali, ainda estou aqui... É talvez eu seja o que é pra mim, a minha sombra!

Facilmente nota?

Inconstantemente inconstante
Vivo nas constâncias
Que horas vivo
E quando se torna inconstante
Facilmente nota?
É como limpar a borda
Cada hora que bebe
Horas suja
Horas não
Como se fosse
Inconstantemente inconstante
E constantemente limpa
Tão constante
Que mal nota
Quando não sujou
Em um instante
Acredita que notou
Mas quando se acostuma
Com a borda sempre limpa
Uma sujeira pequena
Desperta você
Então facilmente nota
Qual será a resposta?
Acho que esse tipo
De pergunta
Se alterna, se altera
Dependendo de quem responder !



"Eu" não sei

Se não fosse tudo isso que eu não sei, eu não seria eu !

A rosa e eu.

A rosa & eu !

Duas tolas?

Tenho o talento tolo
De me atrair pelo precipício
E em uma brincadeira
Na ponta do abismo 
Quase despenquei
Tendo somente 
Uma rosa para segurar
Rosa tão bela
Mas que fura
Porém pouco me importa
Tal dor
O que realmente doí
É imaginar o porque
Que ela não soltou
Fincada ali no chão
Estava ela
Em oposição a física
Estávamos nós
E o sangue que pinga
Não sei mais a quem pertencia
E nessa brincadeirinha
Ainda estamos aqui
Penduradas a beira do precipício
Uma se segurando na outra
Uma ferindo a outra
Uma como a outra
Com o tolo talento
De se atrair pelo abismo
Duas tolas... duas?
Ou será que somos 
A mesma pessoa?





quarta-feira, 15 de maio de 2013

Só sei que não sei

O que busco?
Uma inspiração?
Busco algo de ruim
Ou tento encontrar algo bom?
Não sei
Esse resposta pouco agrada
Mas esse é meu jeito
Talvez realmente
Não tenha jeito
Mas sei lá
E não sei
É o que caminha comigo
A eterna busca
A eterna incerteza e duvida
Sou um completo "?"
Não tem mais jeito
Não tenho jeito
Essa é a questão
Talvez seja uma fuga
Talvez uma desculpa
Mas o que sei
É que eu não sei não...

Mesmo Assim....

Mesmo on
Encontro-me ausente
Mesmo existindo
Permaneço inexistente
Mesmo com cores
Encontro-me transparente
Mas como será
Que me vê
Toda essa gente?
Será que o que vejo
É como se encontra ou permanece? 
Será que alguém percebe
Que mesmo aqui
Eu estou longe?
Como um jogo de pique esconde
Eu espero alguém notar...

terça-feira, 14 de maio de 2013

Quem sabe um dia...



Quem sabe um dia
A gente aprenda a não mais fugir
Quem sabe um dia
Por descuido ou poesia
A gente aprenda a prosseguir
Quem sabe um dia
A gente goste de ficar
E não queira mais ir
Não queira nunca mais fugir
Quem sabe um dia...


Ninguem sabe

Eu não sei como é nada
Nem ninguém
Eu não sei de onde vim
Nem de onde vem
Então como acreditar?
Não sei a verdade da vida
Também não posso dizer
Que tudo é mentira
As minhas conclusões
São só minhas
E ai vem as escolhas
Que afetam você
E eu não sei o que
É certo, nem o q é errado
Não sei meu futuro
Nem seu passado
E o presente
Encontra-se conturbado
E as respostas
Não estão muito do seu lado
Mas também não estão no meu
Acho que ela também
Se perdeu...

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Fatos & Fantasias

Quero que minhas fantasias virem fatos
Quero sonhar acordado
Seria pedir demais?
Ou apenas luto pouco?
Fatos se fantasiam o tempo todo
Agora o que quero 
É apenas que
As fantasias virem fatos
Fatos fantásticos
Sonhos acordados
desejos realizados
Mas pra isso
É necessário lutar demais
Apenas pedir
É realmente muito pouco...
"Portanto aja/lute, é apenas o conselho de um louco!"

Os pensamentos ( meus? ) !

Os pensamentos
Contorcem as verdades
Distorcem as mentiras
Inventam as ilusões
As vezes sobre a verdade que vivia
E sobre a mentira
As vezes te transformam em uma cretina
Mas ainda assim
Eu penso,
O que pode me levar ao erro
Mas também pode me levar a um acerto
Ou pode me levar ao que desejo
Ou posso acabar fazendo tudo de outro jeito
Mas pode me enganar
Criar alguns devaneios
Pode mentir a verdade
E transformar em verdade a mentira
Mas o que eu diria?
É apenas pensamento meu...
Espero não me perder
Tentando me encontrar neles !